segunda-feira, 14 de julho de 2008
Vestibular UFPR
Caio, Gazeta do Povo (Pollianna) e a UTFPR
terça-feira, 8 de julho de 2008
Vestibulares e atenção ao surdo nas universidades
Prezados Senhores
Sendo
Se
A
Para orientação nossa, responsáveis pela ABDC – Associação Brasileira de Defesa Cívica, pedimos aos senhores, se possível, informar como as universidades em sua região estão atendendo o deficiente auditivo.
O questionário a seguir é apenas uma orientação pois qualquer informação que puderem nos enviar em relação a esse tema será aproveitada em nossa luta a favor dos deficientes auditivos e demais PPDs.
1.
2.
3.
a.
b. Oferecem tradutores para LIBRAS?
c. A contratação de tradutores para LIBRAS foi precedida de ações judiciais?
4. As
a. O
b. De
c. O
d.
e.
5.
6. O que já foi realizado?
7.
8. Essas
9. As
a. Podem
10. As
Temos a
Quando questionados apresentam planos abrangentes, vagos e prolixos mas sem propostas objetivas, concretas. Se cobrados com mais rigor alegam falta de recursos materiais, de criação de vagas etc.
Podemos,
A
Tendo lecionado na
Conhecendo a
O
João Carlos
Diretor Técnico da
Curitiba, 06.04.2008
jccascaes@
Telefax: x41 3242 7082
Ciente
Ariadne Zippin Monteiro da Silva
Presidente da
quinta-feira, 3 de julho de 2008
A surdez e o transporte coletivo
No transporte coletivo urbano, interurbano e em todas as espécies de sistemas é fácil ver que esqueceram o surdo. Os sistemas de comunicação de emergências e operacionais dinâmicos, quando existem, principalmente em rodoviárias e terminais urbanos, são à base de alto-falantes, freqüentemente operados de forma tão precária que até as pessoas sem restrições auditivas encontram dificuldades de entender.
Felizmente a tecnologia é uma ciência que apresenta mais e mais recursos a favor da sobrevivência humana. É fácil e já não tão caro fazer e instalar painéis dinâmicos de comunicação escrita, ou, pelo menos, com sinais convencionais de alerta. Esses painéis deveriam ser colocados em pontos estratégicos, escolhidos criteriosamente, de modo a serem visíveis pelo maior número de pessoas, e com letras e sinais suficientemente grandes a compensar problemas visuais.
Alegar falta de recursos é algo difícil de aceitar quando vemos o luxo adotado pela Infraero em nossos aeroportos. As rodoviárias brasileiras são um caso de polícia, ruins para todos. Isso não significa, contudo, que devemos aceitar o que existe, afinal, basta existir alguma oportunidade de festa e mídia para governadores e prefeitos descobrirem recursos para enfeitar os lugares e circuitos dos “formadores de opinião” além fronteiras.
O deficiente auditivo precisa ver, ter luz, enxergar para compensar problemas de compreensão sonora. Isso também implica na qualidade da iluminação, na necessidade de prever contatos visuais até em locais reservados, como os banheiros públicos. Podemos e devemos imaginar situações em que a pessoa carente de assistência precisa ser descoberta e ela ter condições de se fazer anunciar. Afinal, temos ou não bons arquitetos, engenheiros e outros profissionais que planejam e constroem nossas cidades?
É nas cidades que sentimos a necessidade de mais cuidado com o idoso e o portador de deficiência(s), de modo geral. Somos um país com um povo onde predominam pessoas jovens ou adultos recentes, gente que ainda não sabe o que é ter limitações motoras, sensoriais e, ou, mentais. Um exemplo disso é o desprezo pelas calçadas, que além de mal feitas, abandonadas, são espaços de estacionamento de automóveis de indivíduos incapazes de compreender a importância desses circuitos para os pedestres, mais importantes, com certeza, para aqueles que têm restrições naturais ou adquiridas.
O transporte coletivo, entre as muitas atividades a serviço do povo, pode e é um sinal da sensibilidade de governantes que precisam entender que nosso maior problema é simplesmente sobreviver em ambientes tão hostis quanto estão ficando as cidades. Não precisamos procurar causas estranhas e complexas para morrer, para ficar isolados, é na rotina da vida urbana que descobriremos a violência e a omissão de nossas lideranças.
Concluindo queremos desafiar a todos a se mobilizarem a favor dos portadores de deficiências, e em nosso caso, em defesa dos deficientes auditivos. Há muito a ser feito e as soluções não são impossíveis. O fundamental é conscientizar os planejadores e gerentes de ruas, estradas, parques, rodoviárias, veículos, etc e aqueles que operam e transitam por esses equipamentos, lembrar-lhes que existem seres humanos que perderam ou nunca tiveram audição normal. Tendo consciência e boa vontade saberemos melhorar a vida dessas pessoas e de todos aqueles que viverem o suficiente para atingir a idade em que perdemos as qualidades físicas que talvez tenham marcado nosso comportamento mais juvenil.
Cascaes
16.3.2006
Pessoas surdas e os desafios para a inclusão
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