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sexta-feira, 21 de março de 2014

Falam em inclusão há anos...

Existe campanha forte educativa e permanente? Ministério Público? Poder Judiciário? Isso é Brasil?

  1. VIOLENCIA DA GM CONTRA PESSOA SURDA
    Muito lamentável essas imagem onde um trabalhador com problemas espécias mudo.
    Isto aconteceu na noite de segunda feira no interbairros 6 no campo comprido horário de saída do ônibus 21:15 da retentor.
    Este senhor foi tratado com muita violência e sem nenhum respeito. Isso tudo aconteceu porque a cobradora falou que ele tinha feito gestos obsceno, mais oque aconteceu mesmo foi que o senhor foi abrir o tampão do ônibus pois estava calor e a cobradora no mesmo momento fechou e não disse nada. Ela chamo os guarda municipal falou que no ônibus tinha um cara fazendo o gestos obsceno, o ônibus não sai do terminal no horário dele e os guarda chegou as 21:38.
    No ônibus tinha uma moça que sabia falar por sinal e falou com ele, ele disse que não ia sair do ônibus pois que errou foi a cobradora em falar coisas que ele nem fez e se sentiu humilhado. Este e o vídeo de como os guarda ágil. Isso e lamentável pois o senhor estava indo pra o trabalho na kraft e por uma falta de comunicação ele foi tratado assim. Isso e uma coisa que ninguém merecê passar e a nossa guarda municipal tinha que ser mais treinadas. Os guarda chegarão a machucar o braço do rapaz. Muito lamentável... Por favor compartilhe...... ate chegar nas midiass...

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    • João Carlos Cascaes ele pode processar a Empresa de ônibus e a Prefeitura por danos morais etc.
    A Prefeitura de Curitiba informa que a ação da Guarda Municipal foi motivada por uma denúncia da cobradora do ônibus, que afirmou ter sido ofendida pelo passageiro com gestos obscenos.

    Os guardas agiram no sentido de evitar tumulto maior no ônibus. No entanto, ignoravam o fato de que, para uma pessoa surda, ter as mãos contidas equivale a impedir que tenha condições de se expressar.

    Diante disso, a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência dará treinamento para a Guarda Municipal sobre como agir em casos como este para que situações semelhantes não aconteçam mais, visto que esta gestão tem o compromisso de construir uma cidade mais inclusiva, que respeite a diversidade humana.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Início da Reunião do FPcD CBA em 30 de outubro de 2013

Os direitos da pessoa com deficiência

Agenda - temas de reuniões do FPcD CBA

Teatro de Fantoches

Uma aula sobre acessibilidade e inclusão

Consultoria de inclusão - a palavra de uma especialista - Adriana Bezerra

Exemplos de exclusão no mercado de trabalho

O mercado de trabalho inacessível por displicência técnica e compreensão da PcD

A importância da Tecnologia Assistiva correta e o mercado de trabalho - a rejeição displicente das empresas

Central de Soluções - agilização de contatos

Detalhamento e atribuição de tarefas para o FPcD CBA no dia 3 de dezembro de 2013



dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural. A cada ano o tema deste dia é baseado no objetivo do exercício pleno dos direitos humanos e da participação na sociedade, estabelecido pelo Programa Mundial de Ação a respeito das pessoas com deficiência, adotado pela Assembleia Geral da ONU em 1982.

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http://www.fiepr.org.br/nospodemosparana/News2028content220427.shtml


Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: 3 de dezembro de 2013

Tema de 2013: ?Quebrem Barreiras, Abram Portas: Por uma Sociedade Inclusiva para Todos?
Mais de 1 bilhão de pessoas ou 15% da população mundial vivem com deficiência - o maior grupo do mundo em situação de maior desvantagem -, a maioria das quais está em países em desenvolvimento! Por todo o mundo, pessoas com deficiência enfrentam barreiras físicas, sociais, econômicas e atitudinais que as excluem da participação plena e efetiva como membros iguais da sociedade.
Elas estão representadas desproporcionalmente entre as mais pobres do mundo e carecem de acesso igual aos recursos básicos, tais como educação, emprego, cuidados de saúde e sistemas de proteção social e legal, assim como apresentam o índice mais alto de mortalidade. A despeito desta situação, a deficiência permaneceu bastante invisível na agenda de desenvolvimento geral e em seus processos.
O movimento internacional de pessoas com deficiência realizou um avanço extraordinário em 2006 com a adoção da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD). A CDPD se seguiu a décadas de trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU) para mudar atitudes e abordagens à deficiência, trabalho esse que asseguraria a participação plena e equiparada de pessoas com deficiência na sociedade. A CDPD foi concebida como um instrumento de direitos humanos com uma dimensão explícita de desenvolvimento. Contudo, para efetivar a equiparação e a participação para pessoas com deficiência, elas precisam ser incluídas em todos os processos de desenvolvimento e, agora com maior importância, na nova e emergente estrutura de desenvolvimento pós-2015.                
A Assembleia Geral da ONU ressalta que a verdadeira realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e de outros objetivos de desenvolvimento internacionalmente acordados, requer a inclusão e a integração dos direitos, do bem-estar e da perspectiva de pessoas com deficiência nos esforços de desenvolvimento nos níveis nacionais, regionais e internacional.
Voltada a tais objetivos, a Assembleia decidiu, em 2011, convocar a Reunião de Alto Nível sobre Deficiência e Desenvolvimento (Randd) para Chefes de Estado e Governos sob o tema "Caminho para a Frente: Uma Agenda de Desenvolvimento Incluindo a Deficiência Rumo a 2015 e Além". A Randd propiciará uma oportunidade histórica para incluir a deficiência na agenda mundial rumo à estrutura de desenvolvimento pós-2015, que traduza o compromisso internacional por uma sociedade que inclua a deficiência em ações concretas e mudanças reais básicas na vida de pessoas com deficiência.      
A escolha do dia 23 de setembro de 2013 para a Randd é estratégica: acontecerá cinco anos após a entrada em vigor da CDPD, dois anos após o lançamento do Relatório Mundial sobre a Deficiência e dois anos antes de 2015 (a data-alvo para conclusão dos ODM) e, consequentemente, o início da agenda pós-2015 e das novas prioridades de desenvolvimento. 
Os resultados da Randd terão o formato de um documento conciso, orientado a ações, que constituirá um guia de políticas e fortalecerá os esforços mundiais para assegurar a acessibilidade para pessoas com deficiência e a inclusão delas em todos os aspectos da sociedade e do desenvolvimento.
É hora de quebrar barreiras e abrir portas: para construir uma sociedade inclusiva para todos!
Perto do dia 3 de dezembro de 2013 - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (DIPD) - teremos o documento da Randd contendo um plano para ações e uma plataforma ideal para deslanchar esforços mundiais a fim de ajudar na efetivação da participação plena e equiparada das pessoas com deficiência na sociedade e moldar o futuro do desenvolvimento para todos!
O que vocês podem fazer pelo DIPD em 2013?
Incluam: Propiciando oportunidades para a participação de todos os agentes intervenientes – governos, sistema da ONU, sociedade civil e organizações de pessoas com deficiência – a fim de focalizar questões relacionadas à inclusão de pessoas com deficiência no desenvolvimento, como beneficiárias e protagonistas.
Organizem: Realizando fóruns, debates públicos e campanhas informativas para ajudar a encontrar caminhos e meios inovadores pelos quais as pessoas com deficiência e suas famílias possam ser incluídas na sociedade e nos planos de desenvolvimento.
Celebrem: Planejando e promovendo eventos em toda parte para expor – e celebrar – as contribuições feitas por pessoas com deficiência na condição de protagonistas de transformação e desenvolvimento nas comunidades em que elas moram.
Tradução: Romeu Sassaki, 26/4/2013

Um debate riquíssimo de propostas e informações sobre os direitos e barreiras à PcD

Exclusão perversa

EUA X BRASIL Direitos da Pessoa com Deficiência - a experiência do Rick Villar

Eu tenho vergonha do nosso atraso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

ABNT e calçadas brasileiras

Norma da ABNT vai melhorar qualidade das calçadas brasileiras

Direito Público 26/06/2009
Comissão técnica da ABNT começa a discutir os textos de norma inédita nessa área, no mundo, para assentamento de pisos intertravados de concreto; expectativa dos técnicos é de melhoria na qualidade das execuções das obras

A principal fonte de problemas de calçadas e ruas pavimentadas com pisos intertravados de concreto está com os dias contados para desaparecer. É que neste mês de junho começaram as reuniões de trabalho da Comissão Técnica do Comitê Brasileiro 18 (CB 18), responsável pela normalização na área de concreto da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e encarregada de discutir e tratar da redação da norma brasileira de assentamento de pisos intertravados de concreto. Essa será a primeira norma mundial nesse segmento: nem Estados Unidos ou Europa possuem normalização de assentamento de pisos.

Boa parte das deficiências encontradas em calçadas e ruas pavimentadas com pisos intertravados em concreto deve-se à execução de má qualidade, feita por empresas e profissionais que não cumprem os procedimentos corretos para esse tipo de serviço, de acordo com o arquiteto Carlos Alberto Tauil, diretor executivo da Bloco Brasil (Associação Nacional dos Fabricantes de Blocos de Concreto). “Quando a norma estiver publicada, essa situação deverá melhorar consideravelmente, porque os órgãos públicos, por exemplo, poderão fiscalizar se a execução dos seguiu as exigências da norma e se a qualidade dos produtos atende ao especificado pela ABNT, cuja normalização tem força de lei no Brasil”, avalia o engenheiro Claudio Oliveira, gerente de Indústria – Pré-fabricados de Concreto, da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e integrante da Comissão Técnica que começa a discutir a norma para essa área.

A norma de assentamento está sendo desenvolvida com a participação da cadeia produtiva setorial (fabricantes de pisos de concreto, fornecedores de cimento, agregados e demais insumos, e projetistas, entre outros) e de consumidores. Esse procedimento, segundo a engenheira Inês Battagin, superintendente do CB 18, é necessário para que a norma seja feita de forma mais eficiente e com a participação mais ampla possível. Além dela, será feita também a revisão das duas normas existentes na área, de peças de concreto para pavimentação: uma de especificação dos produtos (NBR 9781/87) e outra de métodos de ensaio (NBR 9780/87), visando à sua atualização e aperfeiçoamento.

Após a publicação da norma pela ABNT - em prazo que pode variar de seis meses a um ano -, ela terá de ser incluída obrigatoriamente nos editais de órgãos públicos, como prefeituras, por exemplo, ao contratarem os serviços de execução de calçadas e de pavimentação de ruas com pisos intertravados de concreto.

“Haverá, sem dúvida, uma melhoria muito grande na qualidade da pavimentação com pisos intertravados de concreto aplicados em calçadas e ruas”, dizem os engenheiros Cláudio Oliveira, da ABCP, e Inês Battagin, do CB 18/ABNT.

Pessoas surdas e os desafios para a inclusão

TV BrasilGov 1,1 mi de inscritos INSCRITO Saiba Mais explica os desafios e preconceitos enfrentados pela pessoa surda. A diretora de Pol...